Por Mariana Silveira
Ney Franco. Esse é o novo técnico do Botafogo. Ele só terá um dia para conhecer o time e enfrentar no domingo Santos de Cuca. Ele mesmo. Aquele que deixou o alvinegro há pouco tempo após a derrota para o Corinthians na semifinal da Copa do Brasil. O que esperar do novo técnico? O óbvio: que o time volte a ganhar com regularidade, a jogar o futebol bonito que estávamos acostumados a ver e a subir na tabela desse brasileirão.
Mas ainda tenho minhas dúvidas se o problema do Botafogo está no técnico. Já passou da hora de contratar jogadores de verdade. Os jogos do Glorioso me dão sono. Estou cansada de ver homens sem vontade de ganhar vestindo a camisa alvinegra. Num time onde jogaram Garrincha, Nilton Santos, Jairzinho, Túlio, entre muitos outros, seria no mínimo merecido a luta. Mas o que vemos? Jogadores que fogem da bola, que perdem a cabeça com facilidade e nenhuma demonstração de amor à camisa.
Volto a minha pergunta: o problema do Botafogo seria mesmo o técnico?
Momento menina veneno:
Jogadores do Flamengo, fazendo festinha no sítio do goleiro Bruno, tendo como convidadas prostitutas e ainda o Marcinho é acusado de agredi-las. Que exemplos de homens, hein? Pelo menos, o Ronaldo tratou os travestis com mais carinho...
sexta-feira, 11 de julho de 2008
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Escravos de Cuca
Por João Guilherme
Está cada vez mais evidente que o time do Botafogo virou escravo do técnico Cuca. Quem tem acompanhado os jogos do Alvinegro carioca sabe do que estou falando? No ano passado, após a fatídica derrota para o River Plate na Copa Sul-americana, o treinador deixou o cargo e Mário Sérgio assumiu o posto. Não demorou nem um mês e Cuca estava de novo à frente da equipe botafoguense e recolocando o time no trilho das vitórias.
Já em 2008, a eliminação na Copa do Brasil, nas semi-finais contra o Corinthians, decretou mais uma ruptura neste casamento Cuca –Botafogo, mas parece que até agora os jogadores do Glorioso sentem faltam do seu verdadeiro comandante, pois Geninho entrou para exercer tal função, mas até agora não supriu as necessidades do clube, como Cuca supria. Resumo da história: Cuca, daqui a pouco, aparece novamente em General Severiano.
Enquanto isso, na Gávea, Caio Júnior vem calando à boca dos críticos e fazendo algo que há muito não se via: o Flamengo jogar bem fora de casa. Com o ponto conquistado no Mineirão, contra o Atlético Mineiro, o rubro-negro se mantém na ponta da tabela e continua com uma boa vantagem para os demais, porém domingo tem clássico contra o Vasco, com direito a Márcio Braga e Roberto Dinamite assistindo ao jogo, lado a lado. Como os tempos mudaram!
Outra coisa que mudou foi a postura do Fluminense no Campeonato Brasileiro. O trauma pela derrota ainda não foi superado, mas os gols voltaram a aparecer e a primeira vitória na competição também. Este foi o primeiro passo para sair da incomoda zona de rebaixamento.
Nos acréscimos
Hoje tem Vasco da Gama em São Januário. A partida contra o Sport marca o primeiro jogo da equipe, atuando em casa, sob o comando do presidente Roberto Dinamite. Boa sorte nesta nova caminhada!
Está cada vez mais evidente que o time do Botafogo virou escravo do técnico Cuca. Quem tem acompanhado os jogos do Alvinegro carioca sabe do que estou falando? No ano passado, após a fatídica derrota para o River Plate na Copa Sul-americana, o treinador deixou o cargo e Mário Sérgio assumiu o posto. Não demorou nem um mês e Cuca estava de novo à frente da equipe botafoguense e recolocando o time no trilho das vitórias.
Já em 2008, a eliminação na Copa do Brasil, nas semi-finais contra o Corinthians, decretou mais uma ruptura neste casamento Cuca –Botafogo, mas parece que até agora os jogadores do Glorioso sentem faltam do seu verdadeiro comandante, pois Geninho entrou para exercer tal função, mas até agora não supriu as necessidades do clube, como Cuca supria. Resumo da história: Cuca, daqui a pouco, aparece novamente em General Severiano.
Enquanto isso, na Gávea, Caio Júnior vem calando à boca dos críticos e fazendo algo que há muito não se via: o Flamengo jogar bem fora de casa. Com o ponto conquistado no Mineirão, contra o Atlético Mineiro, o rubro-negro se mantém na ponta da tabela e continua com uma boa vantagem para os demais, porém domingo tem clássico contra o Vasco, com direito a Márcio Braga e Roberto Dinamite assistindo ao jogo, lado a lado. Como os tempos mudaram!
Outra coisa que mudou foi a postura do Fluminense no Campeonato Brasileiro. O trauma pela derrota ainda não foi superado, mas os gols voltaram a aparecer e a primeira vitória na competição também. Este foi o primeiro passo para sair da incomoda zona de rebaixamento.
Nos acréscimos
Hoje tem Vasco da Gama em São Januário. A partida contra o Sport marca o primeiro jogo da equipe, atuando em casa, sob o comando do presidente Roberto Dinamite. Boa sorte nesta nova caminhada!
quarta-feira, 9 de julho de 2008
A cura de Renato
Por Bernardo Seabra
O técnico do Fluminense, Renato Gaúcho, precisa ser curado o mais rápido possível. A epidemia que atingiu o Fluminense nas vitórias épicas sobre São Paulo e Boca Juniors na Libertadores mexeram muito com o sistema imunológico de Portalupe. Se não conseguir a primeira vitória no Brasileiro, hoje contra o Atlético Paranaense, arrisco a dizer que o falastrão técnico coloca seu cargo em perigo.
Nada contra quem tem autoconfiança, mas Renato a tem de forma doentia. Externando uma certeza extrema, Renato deixa a dúvida na cabeça do torcedor tricolor: “Será que vamos brincar no Brasileiro ou vamos sofrer para sair da zona do rebaixamento?”. Eis a questão. Salve-se com, ou sem Renato. Sua filosofia precisa ser curada. Um pouco do pessimismo de Schopenhauer (professores de filosofia vão me questionar nesse ponto) não faz mal a ninguém.
PRESEPADA DA DIRETORIA DO FLAMENGO
Mas que presepada foi essa que a diretoria do Flamengo fez! Vender Renato Augusto foi um equivoco que pode prejudicar o time no resto do campeonato Brasileiro. Muitas notícias dão conta de que a venda foi para poder manter Ibson no time da Gávea. Pior ainda. Ibson tem substituto no elenco (Jonatas e Kléberson), enquanto um camisa 10 o Flamengo não tem outro em seu elenco. Cleber Leite, corra atrás de um meia agora, porque se o time cair de produção, a nação vai te cobrar.
USANDO O MELHOR QUE TEM
Concordo com a escalação de Edmundo, Jean e Leandro Amaral juntos no time titular do Vasco. Diante do plantel do Gigante da Colina, não vejo melhor formação. Só acredito que Edmundo pode mudar um pouco o seu posicionamento, ficando como um verdadeiro homem de meio campo. O ponto negativo seria a (não) marcação do Animal. Isso sobrecarregaria o time do Vasco do meio para trás, ponto mais vulnerável da equipe.
O compromisso do Vasco não é nada fácil. Atual campeão da Copa do Brasil o Sport, comandado por um inspirado (e nada mais do que isso) Carlinhos Bala, tem o mesmos pontos do time de São Januário. Quem decide o time é o Antônio Lopes. Se vira delegado e boa sorte a Dinamite!
UFA... POR ENQUANTO!
Depois do alívio contra o Grêmio, o Botafogo tem parada duríssima contra o Vitória. Com o quarto lugar na tabela o Vitória vem surpreendendo. O Botafogo por sua vez quer a primeira vitória fora de casa para se afastar ainda mais da zona do rebaixamento e invadir a de classificação para a Sul-americana
O técnico do Fluminense, Renato Gaúcho, precisa ser curado o mais rápido possível. A epidemia que atingiu o Fluminense nas vitórias épicas sobre São Paulo e Boca Juniors na Libertadores mexeram muito com o sistema imunológico de Portalupe. Se não conseguir a primeira vitória no Brasileiro, hoje contra o Atlético Paranaense, arrisco a dizer que o falastrão técnico coloca seu cargo em perigo.
Nada contra quem tem autoconfiança, mas Renato a tem de forma doentia. Externando uma certeza extrema, Renato deixa a dúvida na cabeça do torcedor tricolor: “Será que vamos brincar no Brasileiro ou vamos sofrer para sair da zona do rebaixamento?”. Eis a questão. Salve-se com, ou sem Renato. Sua filosofia precisa ser curada. Um pouco do pessimismo de Schopenhauer (professores de filosofia vão me questionar nesse ponto) não faz mal a ninguém.
PRESEPADA DA DIRETORIA DO FLAMENGO
Mas que presepada foi essa que a diretoria do Flamengo fez! Vender Renato Augusto foi um equivoco que pode prejudicar o time no resto do campeonato Brasileiro. Muitas notícias dão conta de que a venda foi para poder manter Ibson no time da Gávea. Pior ainda. Ibson tem substituto no elenco (Jonatas e Kléberson), enquanto um camisa 10 o Flamengo não tem outro em seu elenco. Cleber Leite, corra atrás de um meia agora, porque se o time cair de produção, a nação vai te cobrar.
USANDO O MELHOR QUE TEM
Concordo com a escalação de Edmundo, Jean e Leandro Amaral juntos no time titular do Vasco. Diante do plantel do Gigante da Colina, não vejo melhor formação. Só acredito que Edmundo pode mudar um pouco o seu posicionamento, ficando como um verdadeiro homem de meio campo. O ponto negativo seria a (não) marcação do Animal. Isso sobrecarregaria o time do Vasco do meio para trás, ponto mais vulnerável da equipe.
O compromisso do Vasco não é nada fácil. Atual campeão da Copa do Brasil o Sport, comandado por um inspirado (e nada mais do que isso) Carlinhos Bala, tem o mesmos pontos do time de São Januário. Quem decide o time é o Antônio Lopes. Se vira delegado e boa sorte a Dinamite!
UFA... POR ENQUANTO!
Depois do alívio contra o Grêmio, o Botafogo tem parada duríssima contra o Vitória. Com o quarto lugar na tabela o Vitória vem surpreendendo. O Botafogo por sua vez quer a primeira vitória fora de casa para se afastar ainda mais da zona do rebaixamento e invadir a de classificação para a Sul-americana
terça-feira, 8 de julho de 2008
Chegou a hora do elenco, do famoso ELENCO.
Por Bernardo Gentile
Com o fim da Copa do Brasil e da Copa Libertadores da América, o Campeonato Brasileiro passará a ser disputado, incansavelmente, duas vezes por semana, como jogos nos meios e fins-de-semana. Terá um trégua, apenas, quando chegar a hora da Sul Americana.
Agora, meus amigos, chegou a hora do famoso ELENCO. Os times que contratam apenas onze jogadores para uma temporada inteira terão um longo e angustiante campeonato. O Brasileirão, como já disse neste espaço anteriormente, é o mais difícil do mundo, quem não se preparar para jogá-lo, pode ter certeza, vai sofrer.
Soma-se à falta de organização e capacidade de alguns dirigentes de clubes com a falta de percepção de quem manda no futebol brasileiro, a maldita janela de transferência para o exterior, que nos faz perder jogadores importantes de cada time no meio do campeonato. O futebol brasileiro deve se adequar ao calendário europeu. Não é possível que ainda não tenham percebido isto.
Agora, depois de serem destruídos no meio de campeonatos, alguns clubes perceberam que devem se reforçar quando perdem jogadores deste modo bizarro. Muitos tentam repatriar jogadores que não tem mais mercado na Europa, outros contratam jogadores que não vêm sendo aproveitado no próprio futebol brasileiro.
Enfim, times que montaram um elenco no início do ano, já sabendo que iriam perder jogadores para o EURO ou DÓLAR, serão mais bem sucedidos. Flamengo, Cruzeiro, São Paulo, Palmeiras e Internacional, despontam como times que conseguirão se dar bem.
Botafogo, que foi finalista do Campeonato Carioca e semifinalista da Copa do Brasil montou apenas um time. Se perder jogador para o exterior, não conseguirá repor, pelo menos não com a mesma qualidade. Assim como o alvinegro carioca existem outros exemplos, como Fluminense, Santos e Grêmio.
Para estes times, neste ano, resta torcer por uma campanha digna no Brasileirão e Sul Americana e, que no ano que vem, consigam pensar mais adiante e montar um elenco de qualidade, com peças de reposição e não apenas um time de onze jogadores.
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Com o fim da Copa do Brasil e da Copa Libertadores da América, o Campeonato Brasileiro passará a ser disputado, incansavelmente, duas vezes por semana, como jogos nos meios e fins-de-semana. Terá um trégua, apenas, quando chegar a hora da Sul Americana.
Agora, meus amigos, chegou a hora do famoso ELENCO. Os times que contratam apenas onze jogadores para uma temporada inteira terão um longo e angustiante campeonato. O Brasileirão, como já disse neste espaço anteriormente, é o mais difícil do mundo, quem não se preparar para jogá-lo, pode ter certeza, vai sofrer.
Soma-se à falta de organização e capacidade de alguns dirigentes de clubes com a falta de percepção de quem manda no futebol brasileiro, a maldita janela de transferência para o exterior, que nos faz perder jogadores importantes de cada time no meio do campeonato. O futebol brasileiro deve se adequar ao calendário europeu. Não é possível que ainda não tenham percebido isto.
Agora, depois de serem destruídos no meio de campeonatos, alguns clubes perceberam que devem se reforçar quando perdem jogadores deste modo bizarro. Muitos tentam repatriar jogadores que não tem mais mercado na Europa, outros contratam jogadores que não vêm sendo aproveitado no próprio futebol brasileiro.
Enfim, times que montaram um elenco no início do ano, já sabendo que iriam perder jogadores para o EURO ou DÓLAR, serão mais bem sucedidos. Flamengo, Cruzeiro, São Paulo, Palmeiras e Internacional, despontam como times que conseguirão se dar bem.
Botafogo, que foi finalista do Campeonato Carioca e semifinalista da Copa do Brasil montou apenas um time. Se perder jogador para o exterior, não conseguirá repor, pelo menos não com a mesma qualidade. Assim como o alvinegro carioca existem outros exemplos, como Fluminense, Santos e Grêmio.
Para estes times, neste ano, resta torcer por uma campanha digna no Brasileirão e Sul Americana e, que no ano que vem, consigam pensar mais adiante e montar um elenco de qualidade, com peças de reposição e não apenas um time de onze jogadores.
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sexta-feira, 4 de julho de 2008
Nelson Rodrigues já sabia
Por Raoni Alves
A derrota já foi comentada, os erros explanados, os vitoriosos exaltados e os falastrões já tiveram suas línguas devidamente queimadas. Porém, me faltou a opinião de uma única pessoa. O que estaria sentindo Nelson Rodrigues? Torcedores como ele existiram alguns. Poucos foram os sábios como Nelson. E único, somente ele foi. Em sua crônica teria imortalizado seus sentimentos, se ao menos tivesse a chance de vivenciar a trágica final do dia 2 de julho de 2008.
Vamos aos fatos: Fluminense 3 a 1, restando 1 hora e 4 minutos de bola rolando (34 minutos de tempo normal, mais 30 minutos de prorrogação) e só faltando um gol. Com esse enredo, quem poderia imaginar a frustração? Nem o sobrenatural de Almeida e nem mesmo os textos escritos 45 minutos antes do nada, poderiam prever que depois de tal reação, épica e cinematográfica, depois de um terceiro gol inimaginável, aos 11 minutos do segundo tempo, o Fluminense não iria encontrar forças para mais um simples balançar das redes, um suspiro de futebol que fosse capaz de fazer a torcida iniciar uma festa sem tamanho. Não, nem mesmo eles poderiam.
O ataque mais positivo do campeonato, com o melhor elenco, com um esquema altamente ofensivo e com algumas oportunidades criadas, foi vencido por uma defesa fraca, um time que não se trancou como um ferrolho e veio ao maior do mundo jogar de igual para igual, dando espaço ao Fluminense. Parabéns aos equatorianos, que souberam atacar com velocidade, tiveram frieza e que surpreenderam dentro e fora de seus domínios, mas Nelson e a torcida tricolor não mereciam isso. O futebol não merecia isso. Também, quem sou eu para avaliar o que é bom, ou não, para o futebol? Ninguém é capaz de ter certeza quando o assunto é dentro do tapete verde cercado pelas quatro linhas.
Com tudo, fico com a melhor definição que vi para essa final, feita pelo próprio e imortal Nelson Rodrigues antes de nos deixar e brilhantemente reproduzida pelo diário Lance, no dia seguinte a tragédia: “Eu vos digo que o melhor time é o Fluminense. E podem me dizer que os fatos provam o contrário, que eu vos respondo: pior para os fatos”.
Muricy, o sedutor
O técnico do São Paulo, Muricy Ramalho, já deixou bem claro seu interesse pelo meia Ibson, que teve seu contrato com o Flamengo encerrado na última segunda-feira e aguarda definição de seu clube, o Porto, para saber onde jogará no restante da temporada. Agora, declarar Ibson o melhor do brasileirão foi golpe baixo. O treinador fez essa afirmação na entrevista coletiva de ontem e com isso pretende seduzir o atleta, que já disse que se for emprestado para algum clube brasileiro que seja para o Flamengo. Abre o olho Kleber Leite. Nesse ramo de malandragem e contratação da noite para o dia, o São Paulo tem muito mais cara de raposa do que de lebre.
Só me queima né Roger
Mais uma vez eu errei. Fui, talvez, a única pessoa que ainda acreditava no futebol do meio-de-campo Roger. O jogador deixou o Flamengo no inicio do ano e depois de acertar com o Grêmio, eu acreditei que dessa vez ele poderia por fim se firmar em algum grande clube e finalmente marcar seu nome como o grande jogador que poderia ser (eu escrevi isso aqui). Mas errei e lá se vai Roger de maneira polemica deixando o futebol gaúcho rumo ao desconhecido. Dinheiro, dinheiro, sempre o dinheiro.
A derrota já foi comentada, os erros explanados, os vitoriosos exaltados e os falastrões já tiveram suas línguas devidamente queimadas. Porém, me faltou a opinião de uma única pessoa. O que estaria sentindo Nelson Rodrigues? Torcedores como ele existiram alguns. Poucos foram os sábios como Nelson. E único, somente ele foi. Em sua crônica teria imortalizado seus sentimentos, se ao menos tivesse a chance de vivenciar a trágica final do dia 2 de julho de 2008.Vamos aos fatos: Fluminense 3 a 1, restando 1 hora e 4 minutos de bola rolando (34 minutos de tempo normal, mais 30 minutos de prorrogação) e só faltando um gol. Com esse enredo, quem poderia imaginar a frustração? Nem o sobrenatural de Almeida e nem mesmo os textos escritos 45 minutos antes do nada, poderiam prever que depois de tal reação, épica e cinematográfica, depois de um terceiro gol inimaginável, aos 11 minutos do segundo tempo, o Fluminense não iria encontrar forças para mais um simples balançar das redes, um suspiro de futebol que fosse capaz de fazer a torcida iniciar uma festa sem tamanho. Não, nem mesmo eles poderiam.
O ataque mais positivo do campeonato, com o melhor elenco, com um esquema altamente ofensivo e com algumas oportunidades criadas, foi vencido por uma defesa fraca, um time que não se trancou como um ferrolho e veio ao maior do mundo jogar de igual para igual, dando espaço ao Fluminense. Parabéns aos equatorianos, que souberam atacar com velocidade, tiveram frieza e que surpreenderam dentro e fora de seus domínios, mas Nelson e a torcida tricolor não mereciam isso. O futebol não merecia isso. Também, quem sou eu para avaliar o que é bom, ou não, para o futebol? Ninguém é capaz de ter certeza quando o assunto é dentro do tapete verde cercado pelas quatro linhas.Com tudo, fico com a melhor definição que vi para essa final, feita pelo próprio e imortal Nelson Rodrigues antes de nos deixar e brilhantemente reproduzida pelo diário Lance, no dia seguinte a tragédia: “Eu vos digo que o melhor time é o Fluminense. E podem me dizer que os fatos provam o contrário, que eu vos respondo: pior para os fatos”.
Muricy, o sedutor
O técnico do São Paulo, Muricy Ramalho, já deixou bem claro seu interesse pelo meia Ibson, que teve seu contrato com o Flamengo encerrado na última segunda-feira e aguarda definição de seu clube, o Porto, para saber onde jogará no restante da temporada. Agora, declarar Ibson o melhor do brasileirão foi golpe baixo. O treinador fez essa afirmação na entrevista coletiva de ontem e com isso pretende seduzir o atleta, que já disse que se for emprestado para algum clube brasileiro que seja para o Flamengo. Abre o olho Kleber Leite. Nesse ramo de malandragem e contratação da noite para o dia, o São Paulo tem muito mais cara de raposa do que de lebre.
Só me queima né Roger
Mais uma vez eu errei. Fui, talvez, a única pessoa que ainda acreditava no futebol do meio-de-campo Roger. O jogador deixou o Flamengo no inicio do ano e depois de acertar com o Grêmio, eu acreditei que dessa vez ele poderia por fim se firmar em algum grande clube e finalmente marcar seu nome como o grande jogador que poderia ser (eu escrevi isso aqui). Mas errei e lá se vai Roger de maneira polemica deixando o futebol gaúcho rumo ao desconhecido. Dinheiro, dinheiro, sempre o dinheiro.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
O final não foi feliz!
Por João Guilherme
É meus caros leitores, o inesperado aconteceu. Os mais de oitenta mil tricolores foram ao estádio do Maracanã para ver o título inédito do clube das Laranjeiras, mas no fim viram um penetra, o popular bicão, roubar a cena da festa, como quem chega na mesa do bolo rouba um brigadeiro e apaga a velinha, mesmo sem ser o aniversariante.
No entanto, se falei de festa não posso deixar de ressaltar o verdadeiro espetáculo que a torcida do Fluminense proporcionou para a América toda assistir. Desde os cantos de incentivo até os shows de fogos e de luzes que formaram o nome do clube na arquibancada, tudo foi realmente lindo e inesquecível e isto deve ser sempre relembrado por quem acompanhou esta Libertadores, pois foi devido à força do torcedor tricolor que muitas batalhas foram superadas nesta competição.
Agora chegou a hora de falar do que rolou dentro de campo. Apesar do apito inicial do péssimo juiz Hector Baldasi parecia que a zaga tricolor ainda não tinha entrada em campo, tanto é que logo no início Bolaños marcou o gol da LDU. Um gol fundamental, não diria o do título, mas que colocou o Fluminense numa situação em que poucos acreditavam. Afinal, o Flu teria que fazer pelo menos três gols para levar a decisão para a prorrogação; e fez!!!
E para quem viu partidas épicas como as contra Boca Juniors e São Paulo onde o final foi feliz, não restou um pingo de dúvida que o enredo da derradeira partida contra os equatorianos seria parecido, mas não foi. Cevallos teve sua noite histórica.
Agora é hora de levantar a cabeça, pois o Fluminense é grande e possui grandes jogadores que honraram a camisa do clube do início ao fim. Ao torcedor fica o pedido: Lamentem, mas não deixem de reconhecer o brio e a luta deste grupo.
Nos acréscimos
Com o fim da Libertadores, resta ao Fluminense focar suas atenções no Campeonato Brasileiro, pois a distância para os primeiros colocados está aumentando e o aspecto psicológico tricolor pode atrapalhar nesta recuperação.
Por fim, quero ressaltar toda minha admiração ao atacante Dodô, mas este foi o único jogador que não incorporou o espírito brigador do time do Fluminense e que deveria deixar as Laranjeiras o quanto antes, porque me passou a sensação de só ter pensado em si e não no todo.
É meus caros leitores, o inesperado aconteceu. Os mais de oitenta mil tricolores foram ao estádio do Maracanã para ver o título inédito do clube das Laranjeiras, mas no fim viram um penetra, o popular bicão, roubar a cena da festa, como quem chega na mesa do bolo rouba um brigadeiro e apaga a velinha, mesmo sem ser o aniversariante.
No entanto, se falei de festa não posso deixar de ressaltar o verdadeiro espetáculo que a torcida do Fluminense proporcionou para a América toda assistir. Desde os cantos de incentivo até os shows de fogos e de luzes que formaram o nome do clube na arquibancada, tudo foi realmente lindo e inesquecível e isto deve ser sempre relembrado por quem acompanhou esta Libertadores, pois foi devido à força do torcedor tricolor que muitas batalhas foram superadas nesta competição.
Agora chegou a hora de falar do que rolou dentro de campo. Apesar do apito inicial do péssimo juiz Hector Baldasi parecia que a zaga tricolor ainda não tinha entrada em campo, tanto é que logo no início Bolaños marcou o gol da LDU. Um gol fundamental, não diria o do título, mas que colocou o Fluminense numa situação em que poucos acreditavam. Afinal, o Flu teria que fazer pelo menos três gols para levar a decisão para a prorrogação; e fez!!!
E para quem viu partidas épicas como as contra Boca Juniors e São Paulo onde o final foi feliz, não restou um pingo de dúvida que o enredo da derradeira partida contra os equatorianos seria parecido, mas não foi. Cevallos teve sua noite histórica.
Agora é hora de levantar a cabeça, pois o Fluminense é grande e possui grandes jogadores que honraram a camisa do clube do início ao fim. Ao torcedor fica o pedido: Lamentem, mas não deixem de reconhecer o brio e a luta deste grupo.
Nos acréscimos
Com o fim da Libertadores, resta ao Fluminense focar suas atenções no Campeonato Brasileiro, pois a distância para os primeiros colocados está aumentando e o aspecto psicológico tricolor pode atrapalhar nesta recuperação.
Por fim, quero ressaltar toda minha admiração ao atacante Dodô, mas este foi o único jogador que não incorporou o espírito brigador do time do Fluminense e que deveria deixar as Laranjeiras o quanto antes, porque me passou a sensação de só ter pensado em si e não no todo.
É hoje!!!
Por Mariana Silveira
Ou melhor, é daqui a duas horas. E o torcedor tricolor está ansioso para a grande decisão da Libertadores contra a LDU. Às 18, antes dos portões do Maracanã abrirem, já havia filas enormes de torcedores esperando para entrar no estádio. As torcidas organizadas já cantavam, já estava soltavam fogos, já acendiam sinalizadores. A festa está linda. E o Fluminense merece.
São mais 90 minutos para o tricolor fazer três gols e levantar a taça de melhor das Américas. E quem duvida? Esse é o mesmo time que superou o que parecia problema no ataque com a tumultuada saída de Leandro Amaral. Que passou pelo São Paulo quando parecia impossível. Que calou todo mundo vencendo o, até então, invencível Boca Juniors. Quem não acredita nesse time? E é assim que eles devem entrar no gramado. Não tendo certeza que são os superiores, não desrespeitando o adversário, mas sabendo que são capazes de milagres.
E a torcida contra é enorme. Mas a verdade é que todos queriam ter o seu time na final da Libertadores. Não importa para quem você vai torcer hoje. Mas é essencial que você saiba admirar a garra e o futebol demonstrado pelo Fluminense. Quanto a isso, é impossível discutir.
Ou melhor, é daqui a duas horas. E o torcedor tricolor está ansioso para a grande decisão da Libertadores contra a LDU. Às 18, antes dos portões do Maracanã abrirem, já havia filas enormes de torcedores esperando para entrar no estádio. As torcidas organizadas já cantavam, já estava soltavam fogos, já acendiam sinalizadores. A festa está linda. E o Fluminense merece.
São mais 90 minutos para o tricolor fazer três gols e levantar a taça de melhor das Américas. E quem duvida? Esse é o mesmo time que superou o que parecia problema no ataque com a tumultuada saída de Leandro Amaral. Que passou pelo São Paulo quando parecia impossível. Que calou todo mundo vencendo o, até então, invencível Boca Juniors. Quem não acredita nesse time? E é assim que eles devem entrar no gramado. Não tendo certeza que são os superiores, não desrespeitando o adversário, mas sabendo que são capazes de milagres.
E a torcida contra é enorme. Mas a verdade é que todos queriam ter o seu time na final da Libertadores. Não importa para quem você vai torcer hoje. Mas é essencial que você saiba admirar a garra e o futebol demonstrado pelo Fluminense. Quanto a isso, é impossível discutir.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Estão cometendo uma injustiça
Por Bernardo Gentile
Muitas pessoas falam que jogador de futebol não pode frequentar boates porque são profissionais que dependem do corpo em alto rendimento. Eu discordo. Na minha humilde opinião, jogador de futebol é uma pessoa como qualquer outra e gosta de fazer coisas que pessoas normais gostam de fazer. Diguinho fez e foi criticado.
Qual é o problema de um jovem de 25 anos ir a uma boate sexta-feira à noite? Só porque ele é um jogador de futebol ele não pode ir para a night? Gente, todos sabem que o único problema é o jogador ir para o jogo cansado, sem descançar na véspera.
Vejamos bem. Diguinho saiu sexta-feira a noite, o jogo era no domingo. Ele teve sábado inteiro para descançar. Inclusive, como todos sabemos, existe uma coisa chamada CONCENTRAÇÃO, que já serve para impedir que os jogadores saiam na véspera da partida.
Por outro lado, também sabemos que ingerir bebida alcólica não é saudável para nimgúem quisá para um jogador de futebol. Não sei se ele fez, mas caso o tenha feito deverá ser reprimido e cobrado por falta de profissionalismo, mas não por ter saído numa sexta-feira à noite.
Parabéns ao Romário
Parabéns ao Romário pela titude de devolver a camisa 11 do Vasco. Com toda cereteza, ele não será menos ídolo do clube por não ter uma camisa imortalizada, muito pelo contrário, com esta atitude Romário surpreendeu a mim, e acredito que a muitas pessoas.
Por outro lado, Roberto Dinamite começou mal. Ele acabou de chegar e como o mesmo Romário disse há um tempo, "já ta querendo sentar na janela". Vamos com calma meu amigo. O baixinho é ídolo do clube e não adianta entrar em conflito com ele só porque ele era o queridinho do ex-presidente do Vasco Eurico Miranda.
Mias uma vez, ROMÁRIO PARABÉNS PELA SUA AITUDE, cresceu muito no meu conceito e, tenho certeza, no de muitas pessoas. Você sempre será lembrado com a camisa 11 do Clube de Regatas Vasco da Gama, conquistada pro merecimento.
Muitas pessoas falam que jogador de futebol não pode frequentar boates porque são profissionais que dependem do corpo em alto rendimento. Eu discordo. Na minha humilde opinião, jogador de futebol é uma pessoa como qualquer outra e gosta de fazer coisas que pessoas normais gostam de fazer. Diguinho fez e foi criticado.
Qual é o problema de um jovem de 25 anos ir a uma boate sexta-feira à noite? Só porque ele é um jogador de futebol ele não pode ir para a night? Gente, todos sabem que o único problema é o jogador ir para o jogo cansado, sem descançar na véspera.
Vejamos bem. Diguinho saiu sexta-feira a noite, o jogo era no domingo. Ele teve sábado inteiro para descançar. Inclusive, como todos sabemos, existe uma coisa chamada CONCENTRAÇÃO, que já serve para impedir que os jogadores saiam na véspera da partida.
Por outro lado, também sabemos que ingerir bebida alcólica não é saudável para nimgúem quisá para um jogador de futebol. Não sei se ele fez, mas caso o tenha feito deverá ser reprimido e cobrado por falta de profissionalismo, mas não por ter saído numa sexta-feira à noite.
Parabéns ao Romário
Parabéns ao Romário pela titude de devolver a camisa 11 do Vasco. Com toda cereteza, ele não será menos ídolo do clube por não ter uma camisa imortalizada, muito pelo contrário, com esta atitude Romário surpreendeu a mim, e acredito que a muitas pessoas.
Por outro lado, Roberto Dinamite começou mal. Ele acabou de chegar e como o mesmo Romário disse há um tempo, "já ta querendo sentar na janela". Vamos com calma meu amigo. O baixinho é ídolo do clube e não adianta entrar em conflito com ele só porque ele era o queridinho do ex-presidente do Vasco Eurico Miranda.
Mias uma vez, ROMÁRIO PARABÉNS PELA SUA AITUDE, cresceu muito no meu conceito e, tenho certeza, no de muitas pessoas. Você sempre será lembrado com a camisa 11 do Clube de Regatas Vasco da Gama, conquistada pro merecimento.
sábado, 28 de junho de 2008
Vida nova ao Vasco. Salve Dinamite!
Por Raoni Alves
Roberto Dinamite fez 708 gols pelo Vasco. Nenhum tão importante como o que conseguiu ontem, ao confirmar sua eleição à presidência do clube e principalmente por afastar uma figura que se perpetuou no topo da colina, de maneira amadora, arbitrária, desonesta e, por incrível que pareça, conquistando os mais importantes títulos do Vasco.
É verdade. Quando os vascaínos lembrarem de títulos como os brasileiros de 1997 e de 2000, da Libertadores de 1998, da Mercosul histórica de 2000 e dos dois mundiais que o clube disputou em 1998 e 2000, vão ser obrigados a lembrar de Eurico Miranda. Esse foi o lado bom da balança, mas não tão pesado quanto as brigas que arrumou com vários craques, os problemas com os ídolos do passado e com grandes vascainos. Além das inexplicáveis confusões com a justiça federal e de diversos processos ainda sem explicação. Sem esquecer do obscuro trato com a imprensa e com seus opositores.
O ex-presidente começou sua vida política em 1969 e em 39 anos de presença constante, seja como presidente, diretor de futebol, vice-presidente ou conselheiro, sempre foi cercado de muita polêmica. O Vasco, como já publiquei aqui no Gol a GOL, vendeu sua alma ao diabo e em troca de alguns bons títulos e glórias, perdeu sua moral, perdeu seu carisma, perdeu admiradores e ganhou desavenças, ganhou desprezo e ganhou as páginas policiais.
Porém, isso acabou. Os torcedores deverão ter a coincidência de que a mudança não é da noite para o dia. Paciência deve ser a palavra de ordem em São Januario. Não quero nem pensar o que terá escondido por baixo dos tapetes da sala da presidência. Roberto deverá encontrar dinamites ao seu redor, mas o Vasco é maior que isso e depois da tempestade que virá, com essa benéfica mudança, certamente chegará a bonaça.
Pode ter certeza, o Vasco voltará, em breve, a brigar pelos principais títulos do pais, voltará a ter credito na praça e será lembrado com muito mais alegria nas mesas redondas do Brasil e sem aquela amargura, que mesmo sem querer, a mídia carregava em relação ao clube.
Parabéns Roberto Dinamite! Que a sorte, a competência e o brilho, o acompanhe nessa dura caminhada. A eleição foi apenas o primeiro passo. Força e trabalho serão fundamentais.
Bola que rola
O Brasileirão segue animado. Serão vários clássicos na rodada e destaco o duelo entre Cruzeiro e São Paulo. Essa final promete, fiquem de olho! Eu aposto na força do elenco sãopaulino.
O Vasco enfrenta o Ipatinga hoje em São Januario e a vitória sobre o fraco time mineiro é obrigação e deve vir com facilidade.
Os cariocas verão um clássico esvaziado entre os reservas do Flu contra o Botafogo. Uma pena, mas os três pontos são os mesmos. Abre o olho Fluzão.
O líder Flamengo vai à Pernambuco pegar um osso duro de roer, o Sport, na Ilha do Retiro. Os cariocas devem buscar a vitória, mas um empate já pode ser uma boa. Se voltar para casa com os 3 pontos será excelente.
Roberto Dinamite fez 708 gols pelo Vasco. Nenhum tão importante como o que conseguiu ontem, ao confirmar sua eleição à presidência do clube e principalmente por afastar uma figura que se perpetuou no topo da colina, de maneira amadora, arbitrária, desonesta e, por incrível que pareça, conquistando os mais importantes títulos do Vasco.
É verdade. Quando os vascaínos lembrarem de títulos como os brasileiros de 1997 e de 2000, da Libertadores de 1998, da Mercosul histórica de 2000 e dos dois mundiais que o clube disputou em 1998 e 2000, vão ser obrigados a lembrar de Eurico Miranda. Esse foi o lado bom da balança, mas não tão pesado quanto as brigas que arrumou com vários craques, os problemas com os ídolos do passado e com grandes vascainos. Além das inexplicáveis confusões com a justiça federal e de diversos processos ainda sem explicação. Sem esquecer do obscuro trato com a imprensa e com seus opositores.
O ex-presidente começou sua vida política em 1969 e em 39 anos de presença constante, seja como presidente, diretor de futebol, vice-presidente ou conselheiro, sempre foi cercado de muita polêmica. O Vasco, como já publiquei aqui no Gol a GOL, vendeu sua alma ao diabo e em troca de alguns bons títulos e glórias, perdeu sua moral, perdeu seu carisma, perdeu admiradores e ganhou desavenças, ganhou desprezo e ganhou as páginas policiais.
Porém, isso acabou. Os torcedores deverão ter a coincidência de que a mudança não é da noite para o dia. Paciência deve ser a palavra de ordem em São Januario. Não quero nem pensar o que terá escondido por baixo dos tapetes da sala da presidência. Roberto deverá encontrar dinamites ao seu redor, mas o Vasco é maior que isso e depois da tempestade que virá, com essa benéfica mudança, certamente chegará a bonaça.
Pode ter certeza, o Vasco voltará, em breve, a brigar pelos principais títulos do pais, voltará a ter credito na praça e será lembrado com muito mais alegria nas mesas redondas do Brasil e sem aquela amargura, que mesmo sem querer, a mídia carregava em relação ao clube.
Parabéns Roberto Dinamite! Que a sorte, a competência e o brilho, o acompanhe nessa dura caminhada. A eleição foi apenas o primeiro passo. Força e trabalho serão fundamentais.
Bola que rola
O Brasileirão segue animado. Serão vários clássicos na rodada e destaco o duelo entre Cruzeiro e São Paulo. Essa final promete, fiquem de olho! Eu aposto na força do elenco sãopaulino.
O Vasco enfrenta o Ipatinga hoje em São Januario e a vitória sobre o fraco time mineiro é obrigação e deve vir com facilidade.
Os cariocas verão um clássico esvaziado entre os reservas do Flu contra o Botafogo. Uma pena, mas os três pontos são os mesmos. Abre o olho Fluzão.
O líder Flamengo vai à Pernambuco pegar um osso duro de roer, o Sport, na Ilha do Retiro. Os cariocas devem buscar a vitória, mas um empate já pode ser uma boa. Se voltar para casa com os 3 pontos será excelente.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Guerrón: um ponta como antigamente
Começo minha coluna de hoje destacando o que aconteceu de mais importante no dia de ontem, ou seja, LDU e Fluminense. É bem verdade que enquanto os jogadores entravam em campo passou pela minha cabeça que seria uma barbada para o Tricolor Carioca e que o time de Renato até venceria em Quito e no Maracanã colocaria a cereja no bolo e partia para o Japão em busca do título Mundial.
No entanto, bastou apenas a bola começar a rolar para se ver que os equatorianos não estavam na final da competição sul-americana por acaso. Sinceramente me surpreendeu o estilo de jogo da LDU, com dois pontos bem abertos, relembrando os primórdios do futebol em que todo time tinha o seu ponta. No caso dos donos da casa, Guerrón cumpria essa função e muito bem por sinal. Não conhecia tão bem o futebol do camisa 19 da LDU, mas me chamou muita atenção sua velocidade e habilidade ao partir para cima dos marcadores.
E foi assim, através dos muitos avanços de Guerrón e de Bolaños – outro excelente jogador – que a LDU construí a boa vantagem de 4x2, que lhe permite até perder por um gol de diferença, no Rio de Janeiro, para levar a taça pela primeira para o Equador. E então eis a questão que não quer calar: o Fluminense consegue reverter o marcador?
Responder esta pergunta não é fácil. É lógico que os jogadores tricolores têm que sair de campo dizendo que é possível e convocar a torcida para acreditar junto com eles, afinal, se dissessem ao contrário poderiam cancelar o jogo de volta no Maracanã, mas é inegável que a situação não era esperada nem pelo mais pessimista dos torcedores do clube das Laranjeiras. Contudo se Renato Gaúcho e seus comandados conseguirem mais uma vez ter uma pitada de sorte atrelada à enorme qualidade que este grupo de jogadores têm tudo é possível para o Fluminense.
Nos acréscimos
Ver o time da LDU jogar lembrou as conversas que tive com meu ao sobre futebol. O time equatoriano renasceu os antigos pontas e provou que ainda há espaço para eles no futebol. E quem duvida pergunte ao Fluminense se não há. Além disso, a final da Libertadores também pode promover mais uma sensação diferente: a prorrogação. Será que este é o destino da decisão de quarta-feira que vem?
No entanto, bastou apenas a bola começar a rolar para se ver que os equatorianos não estavam na final da competição sul-americana por acaso. Sinceramente me surpreendeu o estilo de jogo da LDU, com dois pontos bem abertos, relembrando os primórdios do futebol em que todo time tinha o seu ponta. No caso dos donos da casa, Guerrón cumpria essa função e muito bem por sinal. Não conhecia tão bem o futebol do camisa 19 da LDU, mas me chamou muita atenção sua velocidade e habilidade ao partir para cima dos marcadores.
E foi assim, através dos muitos avanços de Guerrón e de Bolaños – outro excelente jogador – que a LDU construí a boa vantagem de 4x2, que lhe permite até perder por um gol de diferença, no Rio de Janeiro, para levar a taça pela primeira para o Equador. E então eis a questão que não quer calar: o Fluminense consegue reverter o marcador?
Responder esta pergunta não é fácil. É lógico que os jogadores tricolores têm que sair de campo dizendo que é possível e convocar a torcida para acreditar junto com eles, afinal, se dissessem ao contrário poderiam cancelar o jogo de volta no Maracanã, mas é inegável que a situação não era esperada nem pelo mais pessimista dos torcedores do clube das Laranjeiras. Contudo se Renato Gaúcho e seus comandados conseguirem mais uma vez ter uma pitada de sorte atrelada à enorme qualidade que este grupo de jogadores têm tudo é possível para o Fluminense.
Nos acréscimos
Ver o time da LDU jogar lembrou as conversas que tive com meu ao sobre futebol. O time equatoriano renasceu os antigos pontas e provou que ainda há espaço para eles no futebol. E quem duvida pergunte ao Fluminense se não há. Além disso, a final da Libertadores também pode promover mais uma sensação diferente: a prorrogação. Será que este é o destino da decisão de quarta-feira que vem?
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